No âmbito da disciplina de História, as docentes do 7.º ano desafiaram os alunos a embarcar numa viagem ao passado, através da realização de um trabalho tridimensional. Organizados em grupos de dois ou três elementos, os alunos foram convidados a construir maquetes representativas de comunidades de caçadores-recoletores do Paleolítico, de comunidades agropastoris do Neolítico ou, em alternativa, da civilização do Antigo Egito.
O principal objetivo deste projeto foi consolidar conhecimentos sobre as primeiras comunidades humanas e as primeiras civilizações, promovendo simultaneamente a criatividade, o espírito de equipa e a autonomia. As maquetes deveriam retratar o quotidiano dessas comunidades, evidenciando as suas atividades económicas, os instrumentos utilizados, as técnicas desenvolvidas, as manifestações artísticas e os diferentes modos de organização social.
Para orientar o trabalho, foi fornecido aos alunos um guião detalhado, onde se indicavam as etapas fundamentais da elaboração da maquete, bem como os critérios de avaliação. Incentivou-se a utilização de materiais reciclados — como cartão, caixas, plásticos reutilizados e outros elementos reaproveitados — promovendo, assim, práticas sustentáveis e a consciência ambiental.
O empenho, a dedicação e a criatividade demonstrados pelos alunos superaram as expectativas, resultando em trabalhos de grande qualidade, rigor histórico e expressividade artística. O produto final deste desafio culminou numa exposição no átrio da escola, permitindo a toda a comunidade educativa apreciar o resultado do esforço e da colaboração dos nossos jovens historiadores.
Com o intuito de valorizar o mérito e a qualidade dos trabalhos apresentados, foi constituído um júri composto por docentes da disciplina de História que não estiveram diretamente envolvidos na dinamização da atividade, garantindo, assim, a imparcialidade da avaliação. Após a apreciação das maquetes, e tendo em conta os critérios previamente definidos, foram selecionados os três melhores trabalhos.
O 1.º lugar foi atribuído aos alunos Diogo Pereira e Daniel Brito, do 7.º G; o 2.º lugar ao aluno Tomás Domingos, do 7.º B; e o 3.º lugar às alunas Carolina Santos, Francisca Sousa e Isabela Resende, do 7.º A.
Contudo, as docentes dinamizadoras salientam que, para além dos trabalhos distinguidos, muitos outros revelaram grande qualidade, criatividade e rigor científico. Todos os alunos estão, por isso, de parabéns pelo empenho demonstrado e pelo excelente contributo para o sucesso desta iniciativa.
As docentes responsáveis pela atividade deixam ainda uma palavra de sincero agradecimento aos professores que integraram o júri, pela sua disponibilidade, sentido de responsabilidade e colaboração, elementos fundamentais para o êxito desta iniciativa.
Esta atividade constituiu não só uma forma dinâmica e envolvente de aprender História, mas também uma oportunidade de desenvolver competências essenciais, como a cooperação, a pesquisa, a organização da informação e a valorização do património histórico da Humanidade.
Parabéns a todos os alunos participantes pelo excelente trabalho realizado!
Porque compreender o passado é essencial para interpretar o presente e construir o futuro, esta atividade reforça a ideia de que a História é, acima de tudo, uma ferramenta fundamental na formação de cidadãos conscientes, críticos e participativos.

















![O Projeto MILAGE Aprender+ [REALmente] visa promover aprendizagens ativas e práticas pedagógicas inovadoras, através da exploração da plataforma de aprendizagem MILAGE APRENDER+(1), nas suas muitas vertentes, por todo o AER.](https://aereal.pt/wp-content/uploads/2023/04/Selo_21_22-e1682713347770.jpeg)






